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14 julho, 2015



Vejamos...
Janelas (para entrar bastante luz da tarde), tantas quanto possível. Balcão (ou mesa pequena, redonda) debaixo da melhor janela (sempre com uma xícara de café quente e um cinzeiro). Um gato chamado Turin. Cama de casal, banheira (se couber). Piscas coloridos e um abajur clássico (possivelmente de antiquário). Uma estante pequena para os livros e tranqueiras esquisitas. Mini horta (caso haja mais alguém para cuidar). Silêncio no papel de parede.
Praia (para aprender a surfar), nas redondezas (se possível a apenas algumas ruas de distância). Ruazinhas de calçamento de pedra. Pubs (ou bares frequentáveis) em algumas dessas ruazinhas. Um trabalho suave (como uma xícara de café e um cigarro), com fotografia, música, comida, algo mais banal, ou tudo isso (mas que me permitisse ver o sol se pôr).
Um ou outro aniversário (ou desaniversário).
Uma viagem de vez em quando, talvez.
Talvez um par de olhos pra espelhar o pôr do sol.
Só me resta chegar lá.


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