E ali vou te dar as palavras. Na clareira cega onde antes espicaçavam pontadas em minhas mãos, pernas, braços, e onde o vento ameaça a qualquer instante espalhar o verde por sobre as pedras. Nessas mãos vão repousar as palavras, arfantes sobre minhas feridas.
Nenhum comentário:
Postar um comentário