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16 novembro, 2013

E ali vou te dar as palavras. Na clareira cega onde antes espicaçavam pontadas em minhas mãos, pernas, braços, e onde o vento ameaça a qualquer instante espalhar o verde por sobre as pedras. Nessas mãos vão repousar as palavras, arfantes sobre minhas feridas.

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